O aluno faz, o professor perfaz.
O aluno age, o professor reage.
O aluno posta, o professor reposta.
O aluno protagoniza, o professor é coadjuvante.
O aluno é o Aprendiz, o professor é o Mentor.
O conhecimento é construído coletivamente,
e de maneira colaborativa.
TODOS aprendem, porque todos se rendem...
#STEM
Fragmentos de textos interessantes de autores renomados e também de minha autoria, depositados aqui ao invés de entupir a caixa postal dos amigos.
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07 setembro, 2017
APRENDIZAGEM
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30 agosto, 2016
Niilismo* da madrugada
Em meio a noite,
Desperto aniquilado.
Leito frio.
Vazio.
Apenas o barulho essencial,
do humano animal.
Vagando no vazio, condenado em órbita solar
Preso com "sintos" de segurança à solitária existência.
Decodificando o passageiro ao lado,
que pensa sem querer, o que não quer pensar.
A sobrevivência nos camufla e protege.
A todos.
Sem carência.
Na crença,
Desavença.
Que cativando,
nos adestra, sem pressa.
(*) goo.gl/gC14CN
Desperto aniquilado.
Leito frio.
Vazio.
Apenas o barulho essencial,
do humano animal.
Vagando no vazio, condenado em órbita solar
Preso com "sintos" de segurança à solitária existência.
Decodificando o passageiro ao lado,
que pensa sem querer, o que não quer pensar.
A sobrevivência nos camufla e protege.
A todos.
Sem carência.
Na crença,
Desavença.
Que cativando,
nos adestra, sem pressa.
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17 abril, 2016
uni LI teral
A exuberância quase faz esquecer o par de horas de atraso.
Mesmo sem pupilas dilatadas, nem carinhos roubados,
fico enebriado pelo sorriso alvejado com bicarbonato.
Arrisco uma proposta de convívio conjugal sorrateiro,
compartilhando espaço sem fiador, e nem conversa fiada.
Acareado com a matilha, fui preterido.
Depois de muito riso, ergue-se placa de aviso: No trespassing !
Para jantar pedimos "Fiori de mussarela de búfala al limone" ao sugo,
Uma delícia...
Faltou um sorvete de sobremesa, para congelar meu desejo,
e um beijo de despedida, para dar sentido à vida,
sem paixão desmedida.
Aparente tentativa de escambo corporal.
Um desejo quase unilateral...
Mesmo sem pupilas dilatadas, nem carinhos roubados,
fico enebriado pelo sorriso alvejado com bicarbonato.
Arrisco uma proposta de convívio conjugal sorrateiro,
compartilhando espaço sem fiador, e nem conversa fiada.
Acareado com a matilha, fui preterido.
Depois de muito riso, ergue-se placa de aviso: No trespassing !
Para jantar pedimos "Fiori de mussarela de búfala al limone" ao sugo,
Uma delícia...
Faltou um sorvete de sobremesa, para congelar meu desejo,
e um beijo de despedida, para dar sentido à vida,
sem paixão desmedida.
Aparente tentativa de escambo corporal.
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30 dezembro, 2015
Encontros Clandestinos
Gostaria de ter dito para ela ficar um pouco mais.
Cade a desenvoltura, o jogo de cintura?
Tudo desnorteado pela implosão tegmental.
Um enxame de gente desorientada pelo chuvisco,
Despencando pela escada-rolante,
Esfolando alma que não tenho.
Paralisia na catarse, congelando o tempo.
Novo roteiro, com gosto de passado sufocado.
Assustado, permaneço desconfortavelmente feliz.
Atormentado por sentimentos clandestinos…
Diante deste olhar pertubador.
Com pupilas dilatadas, sorrindo sem parar.
Avalanche de pensamentos libidinosos.
Inicio de uma viagem sem mala, nem passaporte.
Percorrendo artérias, oxigenando vida agonizante.
Voltei meu olhar para resgata-la ainda no horizonte.
Aflita, ela já tinha se mesclado na multidão caótica.
Fico só com a vontade de ter ficado para sempre.
Como nada é eterno,
Melhor ficar interinamente, só até a próxima encarnação.
Inquietude desestabilizada pela existência além do cotidiano.
Um lento perambular.
Vou encarar?
Cade a desenvoltura, o jogo de cintura?
Tudo desnorteado pela implosão tegmental.
Um enxame de gente desorientada pelo chuvisco,
Despencando pela escada-rolante,
Esfolando alma que não tenho.
Paralisia na catarse, congelando o tempo.
Novo roteiro, com gosto de passado sufocado.
Assustado, permaneço desconfortavelmente feliz.
Atormentado por sentimentos clandestinos…
Diante deste olhar pertubador.
Com pupilas dilatadas, sorrindo sem parar.
Avalanche de pensamentos libidinosos.
Inicio de uma viagem sem mala, nem passaporte.
Percorrendo artérias, oxigenando vida agonizante.
Voltei meu olhar para resgata-la ainda no horizonte.
Aflita, ela já tinha se mesclado na multidão caótica.
Fico só com a vontade de ter ficado para sempre.
Como nada é eterno,
Melhor ficar interinamente, só até a próxima encarnação.
Inquietude desestabilizada pela existência além do cotidiano.
Um lento perambular.
Vou encarar?
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03 março, 2015
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