Palavras recortadas,
Estórias desconjuntadas.
Encontro fugaz, com tempo marcado.
Quase sou atropelado...
pela vida que vinha no sentido errado.
Transtornado, meio que ressuscitado.
Trem, taxi, metro e avião.
A saudade viajando sentada.
Vontade de ter ficado mais,
Empatia demasiada,
Traz alivio passageiro.
Pensamento transparente.
Para mente,
Ausente.
Fragmentos de textos interessantes de autores renomados e também de minha autoria, depositados aqui ao invés de entupir a caixa postal dos amigos.
Google tag
Mostrando postagens com marcador atropelacao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atropelacao. Mostrar todas as postagens
20 outubro, 2016
30 agosto, 2016
Niilismo* da madrugada
Em meio a noite,
Desperto aniquilado.
Leito frio.
Vazio.
Apenas o barulho essencial,
do humano animal.
Vagando no vazio, condenado em órbita solar
Preso com "sintos" de segurança à solitária existência.
Decodificando o passageiro ao lado,
que pensa sem querer, o que não quer pensar.
A sobrevivência nos camufla e protege.
A todos.
Sem carência.
Na crença,
Desavença.
Que cativando,
nos adestra, sem pressa.
(*) goo.gl/gC14CN
Desperto aniquilado.
Leito frio.
Vazio.
Apenas o barulho essencial,
do humano animal.
Vagando no vazio, condenado em órbita solar
Preso com "sintos" de segurança à solitária existência.
Decodificando o passageiro ao lado,
que pensa sem querer, o que não quer pensar.
A sobrevivência nos camufla e protege.
A todos.
Sem carência.
Na crença,
Desavença.
Que cativando,
nos adestra, sem pressa.
(*) goo.gl/gC14CN
Marcadores:
atropelacao,
coração,
cosmos,
dream,
equivocos,
falsa dicotomia,
reflexoes madrugada
03 julho, 2013
Inteligencional
Enganos insanos,
risadas caladas,
conversas adversas.
Empatia que enfastia.
Revendo e relendo, o que minha alma salva.
No pecado do pobre, o perdão do nobre.
Implodindo emoções.
Desafiando ser outro, que sou eu.
risadas caladas,
conversas adversas.
Empatia que enfastia.
Revendo e relendo, o que minha alma salva.
No pecado do pobre, o perdão do nobre.
Implodindo emoções.
Desafiando ser outro, que sou eu.
Marcadores:
atropelacao,
dalton,
feliz,
grazi,
oficina,
reflexoes madrugada
31 agosto, 2012
ATrOPhELAÇÃO
Qualquer fingimento já é um fragmento de amor que vale a pena.
Só finge quem ama alguém, ou a si mesmo.
Conta ponto, no programa de milhagem da vida.
Os ligamentos estirados me tornam ainda mais inflexivel.
Tento correr mas vacilo, e quase um atropelamento acontece.
Sem desculpas a motorista arruma os cabelos para tras das orelhas (bom sinal).
O diagnóstico é feito com rapidez de especialista.
Veloz como um guepardo, ela também indica terapia: massagem!
Massagem? Só se for tântrica, penso sem esboçar sorriso.
Mora perto e pode fazer na casa dela mesmo.
Meu delirio ou a habilitação da moça estava vencida?
Piorei em segundos, para não parecer presa fácil e necessitada.
No elevador, um vizinho nos olha, incomodado pelo silencio ensurdecedor.
A massagem do tornozelo deriva para outros membros.
Aceito um mimo, ofertado com lábios agradecidos pela "não" ocorrência policial.
O porteiro me deixa sair, embora com desconfiança nordestina.
Esboça uma pergunta, contida pelo meu olhar de reprovação.
Deslizo quase levitando pelo quarteirão.
Logo tenho que atravessar novamente.
Espero o carro se aproximar com intenção de repetir tudo de novo.
(Como se tivesse fôlego!)
Desta vez doeu. Ele não parou! Tive que morrer ali mesmo.
Só finge quem ama alguém, ou a si mesmo.
Conta ponto, no programa de milhagem da vida.
Os ligamentos estirados me tornam ainda mais inflexivel.
Tento correr mas vacilo, e quase um atropelamento acontece.
Sem desculpas a motorista arruma os cabelos para tras das orelhas (bom sinal).
O diagnóstico é feito com rapidez de especialista.
Veloz como um guepardo, ela também indica terapia: massagem!
Massagem? Só se for tântrica, penso sem esboçar sorriso.
Mora perto e pode fazer na casa dela mesmo.
Meu delirio ou a habilitação da moça estava vencida?
Piorei em segundos, para não parecer presa fácil e necessitada.
No elevador, um vizinho nos olha, incomodado pelo silencio ensurdecedor.
A massagem do tornozelo deriva para outros membros.
Aceito um mimo, ofertado com lábios agradecidos pela "não" ocorrência policial.
O porteiro me deixa sair, embora com desconfiança nordestina.
Esboça uma pergunta, contida pelo meu olhar de reprovação.
Deslizo quase levitando pelo quarteirão.
Logo tenho que atravessar novamente.
Espero o carro se aproximar com intenção de repetir tudo de novo.
(Como se tivesse fôlego!)
Desta vez doeu. Ele não parou! Tive que morrer ali mesmo.
Marcadores:
ato,
atropelacao,
atropelamento,
felacao
Assinar:
Postagens (Atom)